By editora

Uma provocacão sensível, racional e imaginativa.

o não tempo, negação declarada do tempo, totalmente presente na vida urbana. é uma indicação de que as engrenagens do sistema vigente alteram nossa percepção e a realidade.

encarado como determinado conjunto de coisas que impossibilitam o decorrer/desfrutar do tempo, aquilo que está sempre presente na ausência e que remete a um não lugar.

instância de tempo que se nega e que instaura vazios e privações.
se pensar nos permite avaliar e planejar, logo refletir o não tempo nos dá uma nova perspectiva, a qual se propoe a indicar preenchimentos e caminhos. se no tempo podemos pensar o lugar da memória, então com o não tempo, podemos encarar outras direções e outros espaços.

assim esse não tempo que rege o nosso tempo
é o tema da futura exposição do SER Urbano.

veja mais sobre o tema não tempo

serurbano@mao.art.br

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4 Responses to “não tempo”


  1. 1 Azeite
    fevereiro 24, 2010 às 8:20 pm

    ja to matutando aq..hehehehe

    bjos

  2. 2 santiago
    fevereiro 25, 2010 às 5:31 pm

    O tema não é invencionice, pensa na questão kantiana do “conhecimento puro a priori”, precede a percepção temporal.Além disso a gente pode explorar (por fotografias) a questão do não-lugar dessa forma: com o advento da revolução industrial o homem enquanto potencial criador foi reduzido a sua capacidade de produção, essa capacidade é quantificada pelo tempo, produção = homem/hora, aí vem nossa tacada, com base nessa concepção, os lugares também devem ser produtivos, escolas, fábricas, serviços, registros, até os parques devem produzir algo: lazer e saúde. Que lugares não produzem nada? Responder isso talvez exija rever o conceito de “lugar” porque, uma vez que estamos imersos nessa perspectiva instrumental “produtivista”, a gente vai precisar re-definir as caracteristicas do que seja “lugar”, despindo esse conceito de qualquer funcionalismo.
    Gostei muito da exposição anterior, dessa vez posso contribuir mais e melhor.

    O Taoísmo aborda muito poeticamente essa perspectiva do não-tempo/não-tempo
    Um filósofo que põe a perspectiva contemporanea sob o pendulo do tempo é o
    Paul Virilio.

    pois bem, vamos não-produzir
    Santiago

  3. fevereiro 25, 2010 às 7:59 pm

    Eu quero, eu quero, eu quero.

  4. março 23, 2010 às 1:03 am

    querida, mandei as fotos, recebeu?
    estou em processo, fazendo escolhas e recolhas, assim como o tempo nos obriga. ou convida?
    beijos!!
    Lilian


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