Archive for the 'poesia' Category

03
jul
11

A Luz do Sul

Livro : A Luz do Sul
Autor: Osvaldo Junior Pansera Waczuk
Ano:2010
Capa: Melissa Roncate
Ilustração: Desinse de Camargo
Above Publicações

07
jun
11

Gélido

photo: TMT

Foto Ilustração de Tati Rebello para varal de poesias  – Poéticas Visuais Fora do Eixo

re turn

meu copo de vodka

não me deixa trazer

meu corpo de volta

Robisson Sete / Coletivo GOMA
Uberlândia /MG
robissonhotelsete@gmail.com
www.hotelsete.blogspot.com

25
abr
11

para derreter

Penso (o) que escrevo
e pretenso alguns (pré) textos

.

Escrito por Robisson Sete
13 poemas ácidos no bolso da calça
2009 – pag 31

06
abr
11

Coletivo 1 3 2

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Photos : TMT

http://coletivo132.wordpress.com/132/

14
abr
10

Tempo em Cecília Meireles

Retrato

Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?

Ninguém escapa da corrupção do tempo. Contrário ao processo de geração que é um ato criativo, o processo de corrupção é um ato destrutivo. Trata-se de um movimento contínuo de degradação. Sendo um mecanismo de decomposição, a corrupção é uma alteração retrocessiva. A sua mudança incessante implica em involução e não em evolução. Em vez de progresso, o efeito da corrupção é o retrogresso. Isso significa que somos seres em constante retrogradação. Por causa da deterioração ininterrupta, só podemos avançar em direção à morte.

Em vista do apodrecimento causado pela corrupção, como lidar com o declínio físico inescapável? como conviver com a espada do definhamento corpóreo pendendo sobre as nossas cabeças? Embora não possamos irromper os grilhões da degenerescência, não necessitamos assistir passivamente ao nosso agoniante processo de putrefação. Reconhecendo a inevitabilidade da morte, a efemeridade da vida, a transitoriedade da juventude e a celeridade do tempo, confrontaremos lucidamente o nosso desgaste corpóreo diante do espelho. Por intermédio do violento despertar da nossa consciência para a finitude humana, estaremos preparados para a chegada da ruína física.

 

Recado: Visitem o meu humilde blog: http://rafadivino.wordpress.com/

23
mar
10

Volta

Chega o tempo,
Chuva, nuvem e sol,
O pecado dos homens é opaco,
E os delatores perdem os dedos.

Ruas vazias, praças lotadas,
Somos maias, somos muitos,
Não há mais ninguém.

Chega o tempo,
Chuva, nuvem e sol,
Aquele que vê escorre,
E a desfaçatez.

Olho oco, Terra cheia,
Somos tribo, somos trama,
Não há trigo algum.

Chega o tempo,
Chuva, nuvem e sol,
O papel dos planos se molha,
E se pode tudo que se pede.

Eu vivo, massa morta,
Somos Sicilia, somos silício,
Não há sinais de ninguém.

Yssak Lee

28
dez
09

Jackson Mac Low

Jackson Mac Low (September 12, 1922 – December 8, 2004) Born in Chicago – USA.

from 22 LIGHT POEMS, Black Sparrow Press
         Copyright (C) 1968 by Jackson Mac Low

1ST LIGHT POEM: FOR IRIS — 10 JUNE 1962

     The light of a student-lamp
     sapphire light
     shimmer
     the light of a smoking-lamp

     Light from the Magellanic Clouds
     the light of a Nernst lamp
     the light of a naphtha-lamp
     light from meteorites

     Evanescent light
     ether
     the light of an electric lamp
     extra light

     Citrine light
     kineographic light
     the light of a Kitson lamp
     kindly light

     Ice light
     irradiation
     ignition
     altar light
    
     The light of a spotlight
     a sunbeam
     sunrise
     solar light

     Mustard-oil light
     maroon light
     the light of a magnesium flare
     light from a meteor
    
     Evanescent light
     ether
     light from an electric lamp
     an extra light

     Light from a student-lamp
     sapphire light
     a shimmer
     smoking-lamp light

     Ordinary light
     orgone lumination
     light from a lamp burning olive oil
     opal light

     Actinism
     atom-bomb light
     the light of an alcohol lamp
     the light of a lamp burning anda-oil

* fonte: http://www.spunk.org/texts/copyrite/poetry/light_du/sp000056.txt

26
jul
09

É a parte que te cabe deste latifúndio

O poema de João Cabral de Melo Neto, musicado por Chico Buarque,  interpretado por Tânia Alves, no filme Morte e Vida Severina, de 1977, escrito e dirigido por Zelito Viana.

http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/analises_completas/m/morte_e_vida_severina

17
abr
09

cores de sampa

967219

seriam as cores da poluição?
maravilhoso por do sol na cidade que não para.