Archive for the 'planejamento' Category

13
jun
09

The Story of Stuff

Excelente forma de explicar o consumismo e o capitalismo versus os recursos do planeta.
Ainda da tempo de mudar hábitos ruins e pensar, a longo prazo, no que é melhor para a sociedade e o seu habitat!!!!!

A história das coisas. Veja a versão em português no
site: http://www.storyofstuff.com/international/

29
maio
09

Arte Solidária

Quando a Arte atua em toda sua esfera de alcance, com certeza é inclusiva, educativa e solidária!

O projeto Arte Solidária conta, por um lado, com a participação de artistas que recebem o kit, criam e doam suas obras para a ong, que fará um leilão. Os recursos captados serão revertidos para casas de apoio, hospitais, ongs… E por outro lado, o projeto, conta com a participação da população através da aquisição das obras.

Para saber mais acesse: www.artesolidaria.org e participe!

Nós do Ser Urbano apoiamos ações que visem um mundo melhor!

arte solidária kit

arte solidária kit aberto

arte solidária kit montado

10
abr
09

pitagoras switch – japanese crazy machines

viva as leis da fisica!!!!

25
jan
09

São Paulo, A Sinfonia da Metrópole

“Teaser” do projeto de relançamento do filme “São Paulo, A Sinfonia da Metrópole”, um clássico do cinema mudo brasileiro. O projeto prevê a gravação de uma trilha musical orquestral para o filme, para que o mesmo possa ser exibido em cinema, TV e DVD sem necessidade de música executada ao vivo.

Produzido em 1929 por Rodolfo Lustig e Adalberto Kemeni, o filme “São Paulo, A Sinfonia da Metrópole” documentou a cidade num momento de transição, quando ela deixava de ser apenas um entreposto comercial (ex. café), e se tornava o maior centro industrial e financeiro do pais.
Neste “teaser”, está sendo usada a abertura instrumental da canção “Correnteza” (Jobim, Bonfá), executada pela Orquestra Popular de Câmara.

Maiores informações no www.catalisadora.com.br

18
mar
08

“espaço-tempo tecnológico”

a arquitetura urbana relaciona-se com a abertura de um “espaço-tempo tecnológico”… mascarada pela imaterialidade de seus componentes, de suas redes, vias e redes diversas cujas tramas não mais se inscrevem no espaço de um tecido construído, mas nas sequências de uma planificação imperceptível do tempo na qual a interface homem/máquina toma o lugar das fachadas dos imóveis, das superfícies dos loteamentos.

paul virilio – o espaço crítico , pag 10.

13
nov
07

sampa # planejamento urbano

São Paulo possui um histórico de ações, projetos e planos ligados ao Urbanismo e ao planejamento urbano que podem ser traçados até as administrações de Antônio da Silva Prado, João Teodoro e completado por Francisco Prestes Maia. Porém, de uma forma geral a cidade se constituiu ao longo do século XX, saltando de vila a metrópole, por meio de uma série de processos informais ou irregulares de expansão urbana. Desta forma, São Paulo difere consideravelmente de cidades brasileiras como Belo Horizonte e Goiânia, cuja expansão inicial seguiu determinações de um plano e de um projeto urbano original, ou de uma cidade como Brasília, cujo Plano Piloto fora inteiramente desenhado previamente à construção da cidade. Por outro lado, a sucessão de loteamentos periféricos e dos processos de requalificação e reconstrução de tecidos já consagrados, comuns na cidade ao longo de sua evolução, foi eventualmente acompanhada de planos urbanísticos que tentavam ordenar segundo diretrizes de planejamento a lógica informal própria da constituição da cidade. Se as primeiras intervenções de Prado e Teodoro possuíam caráter pontual, tais planos procuraram, ora setorialmente integrados e ora isolados, a definição de padrões a serem seguidos na produção de novos espaços urbanos e na regulação dos anteriores.A eficácia histórica de tais planos em cumprir aquilo a que, aparentemente, se propunham, porém, tem sido apontada por alguns planejadores e historiadores diversos como questionável. Por outro lado, outros destes mesmos estudiosos alegam que tais planos foram produzidos visando o benefício exclusivo das camadas mais abastadas da população, enquanto as camadas populares ficariam relegadas aos processos informais tradicionais. Em São Paulo, até meados da década de 1950, os planos apresentados para a cidade ainda possuíam um caráter haussmmaniano, ou seja, eram baseados na idéia de “demolir e reconstruir”. Podem-se citar planos como os apresentados pelo então prefeito Prestes Maia para o sistema viário paulistano (conhecido como Plano de Avenidas) ou o de Saturnino de Brito para as marginais do rio Tietê.

Em 1968 é proposto o Plano Urbanístico Básico que se desdobraria no Plano Diretor Integrado de Desenvolvimento de São Paulo, desenvolvido durante a gestão de Figueiredo Ferraz. O principal resultado deste plano foi aquilo que ficou conhecido como lei de zoneamento e que vigorou até 2004, quando foi substituída pelo atual Plano Diretor. Naquele zoneamento, aprovado em 1972, notava-se uma clara proteção às chamadas Z1 (zonas cuja definição de uso era exclusivamente residencial e era destinada às elites da cidade) e uma certa indefinição da maior parte da cidade, classificada como “Z3” (vagamente regulamentada como “zona mista” mas sem definições mais claras a respeito de suas características). Desta forma, tal zoneamento incentivou o crescimento de bairros periféricos dotados de edifícios de baixo gabarito aliados a processos de especulação imobiliária ao mesmo tempo que valorizava regiões nas quais permitia-se construir edifícios altos.

Infra-estrutura urbana

Infra-estrutura é um conjunto de elementos essenciais para o desenvolvimento de qualquer cidade. Redes bem estruturadas de água, esgoto, eletricidade, drenagem, comunicação e transporte são imprescindíveis para a melhora na qualidade de vida da população de um município. Em cidades de grande porte, distribuir esses recursos à toda população é um enorme desafio. A cidade de São Paulo vem conseguindo grandes avanços, aumentando a área de cobertura de suas redes de esgoto e água, mas uma parte da população, especificamente a de baixa renda, ainda não conta com recursos básicos de infra-estrutura.

São Paulo é praticamente toda servida pela rede de abastecimento de água potável. A cidade consome uma média de 221 litros de água/habitante/dia enquanto a ONU recomenda o consumo de 110 litros/dia. A perda de água é de 30,8%.

No entanto entre 11 a 12,8% das residências não possui rede de esgoto, depositando dejetos em fossas e valas. Sessenta por cento do esgoto coletado é tratado.

Segundo dados do IBGE e da Eletropaulo a rede elétrica atende quase 100% das residências. A rede de telefonia fixa ainda é precária, com cobertura de 67,2%.

A coleta de lixo domiciliar cobre todas as regiões do município mas ainda é insuficiente, atingindo cerca de 94% da demanda, em distritos como Parelheiros e Perus.

fonte: wikipedia