Arquivo para setembro \30\-03:00 2009

30
set
09

Kant em Foucault

O importante da revolução é “a simpatia de aspiração que beira o entusiasmo”, esse é o signo do acontecimento!

O que é significativo é a maneira pela qual a revolução se faz espetáculo, é a maneira pela qual ela é acolhida pelos espectadores que não participam dela, mas que olham, que assistem e que, ou bem ou mal, se deixam arrastar por ele.

revolucao francesa

29
set
09

Ditte Hammerstrøm

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Born 1971 in Denmark

 

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http://www.hammerstroem.dk/

28
set
09

Emanuel Araujo

afastado

galao

relevo4

oratorio

27
set
09

Gilbert & George

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Gilbert & Georg

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26
set
09

Herbert Marcuse

A sociedade unidimensional em desenvolvimento altera a relação entre o racional e o irracional. Contrastado com os aspectos fantásticos e insanos de sua irracionalidade, o reino do irracional se torna o lar do realmente racional, das idéias que podem promover a arte da vida (MARCUSE, 1973, p.227).

Um homem, que viaje de carro a um lugar distante, escolhe a rota de sua viagem num guia de estradas. Cidades, lagos e montanhas aparecem como obstáculos a serem ultrapassados. O campo é delineado e organizado pela estrada: o que se encontra no percurso é um subproduto ou anexo da estrada. Vários sinais e placas dizem ao viajante o que fazer e pensar. Espaços convenientes para estacionar foram construídos onde as mais amplas e surpreendentes vistas se desenrolam. Painéis gigantes lhe dizem onde parar e encontrar a pausa revigorante. A rota é feita para o benefício, segurança e conforto do homem. E a obediência às instruções representa o único meio de se obter resultados desejados (MARCUSE, 1998, p.79).

Os meios de transporte e comunicação em massa, as mercadorias, casa, alimento, roupa, a produção irresistível da indústria de diversão e informação, trazem consigo atitudes e hábitos prescritos, certas reações intelectuais e emocionais, que prendem os consumidores aos produtos. Os produtos doutrinam, manipulam, promovem uma falsa consciência. Estando tais produtos à disposição de maior número de indivíduos e classes sociais, a doutrinação deixa de ser publicidade para tornar-se um estilo de vida (MARCUSE, 1982, p.31 e 32).

Com o crescimento da conquista tecnológica da natureza, cresce a conquista do homem pelo homem. E essa conquista reduz a liberdade, que é um a priori necessário da libertação. Isso é liberdade de pensamento no único sentido em que o pensamento pode ser livre no mundo administrado, como a consciência de sua produtividade repressiva e como a necessidade absoluta de romper para fora desse todo (MARCUSE, 1973, p. 232).

É a vida deles que está em jogo e, se não a deles, pelo menos, a saúde mental e capacidade de funcionamento como seres humanos livres de mutilações. O protesto do jovem continuará porque é uma necessidade biológica. Por natureza, a juventude está na primeira linha dos que vivem e lutam contra uma civilização que se esforça para encurtar o atalho para a morte (MARCUSE, 1978, p. 23).

MARCUSE, Herbert. A Ideologia da Sociedade Industrial. 5ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
_________________Idéias sobre uma teoria crítica da sociedade. 2ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
_________________Eros e Civilização. 8ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
_________________Contra revolução e revolta. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
_________________Tecnologia, Guerra e Fascismo. São Paulo: Unesp, 1998.

25
set
09

Barren McGee

Barren McGee

Barren McGee

Barren McGee

Barren McGee

24
set
09

§1 – cores placebo

Os sons, os cheiros, as cores, as sensações, os sonhos e as formas são constitutivos do “mundivivencial”. Deste mote tiro motivos para escalas cromáticas, com relações criativas construídas em cada situação, como um exercício livre.

cores placebo

24
set
09

aquarelas

23
set
09

shaftesbury

shaftesburyO povo não é, a bem da verdade, um partido menor nessa causa. Nada se move sem ele. Só há poder público onde ele está incluído. E, sem uma voz pública sabiamente guiada e dirigida, não há nada que possa despertar no artista uma verdadeira ambição ou incitar o seu gênio para que ele aspire a uma fama duradoura, à aclamação de seu país e da posteridade. Pois, como homem livre, o artista é membro natural de seu país, e seu apaixonado interesse se deve ao mesmo gênio de liberdade, ao mesmo governo e leis que lhe garantem a sua propriedade e os dividendos de sua diligência e indústria.

Anthony Ashley Cooper, Conde de Saftesbury.

A linguagem das formas. A natureza e a arte em Shaftesbury.
Pedro Paulo Garrido Pimenta

22
set
09

Anya Gallaccio

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