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mar
08

cidade calada por monika jung

fonte: flickr monika

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1 Response to “cidade calada por monika jung”


  1. março 18, 2008 às 9:35 pm

    Moro em uma região central de São Paulo, e sempre tenho a impressão que as facetas da cidade estão mais contrastadas.
    Não sou daqui, escolhi a cidade como lar e quartel general, talvez minha concepção seja um pouco diferente da que tem o paulistano nato…

    Das diferentes definições de Sampa que li, ouvi e pesquisei, percebi que todas falam de seus paradoxos: tem a da mulher que á primeira vista não é bonita, porém se revela desafiante e atraente, tem a da deselegância discreta. Para Caio Fernando Abreu era como um casamento, que entrava em crise (embora em muitos de seus contos $ crônicas ele se revela “embevecido”).

    Percebo que São Paulo se devora… é uma capital antropofágica onde tem espaço para tudo, é um poema trash. E permite reiventar-se sempre…

    É a ela que dedico boa parte de minha obra.

    É no seu espelho, no seu duplo que Sampa fica em silêcio, meditativa. Nessas ocasiões a apreciamos com calma.

    Recriada em obras alheias, que não em sua arquitetura despe-se de suas simultâneas dicotomias disparidades e se revela bonita; ora idílica, ora ruidosa.

    abraço

    Monika E. Jung


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