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antoni tapies






Com os filósofos da Escola de Frankfurt fica explícito o sistema circular do capitalismo, o conceito de que não existe progresso neutro e o possível fim trágico q o mundo pode ter…
Com a crise econômica ficou nítico q o trabalho, no sentido de marx, não gera quase renda, q existe um “organismo” automato q mantem esse vício e essa estrutura do dinheiro.
A pergunta é: se o nosso ato de comprar mantem o esquema corporativo-capitalisma funcionando, por que nos apegamos tanto as banalidades trazida pela tecnologia?
Perdemos a dimensão do todo? Ou o foco do que realmente importa? Ou nos deixamos acomodar?
Pra mim, fica a questão: o q vc não comprou hj?

nascimento de estrela


porque somos mais do que um amontoado de órgãos, temos algo que transcende a materialidade, algo que nos faz quere saber do micro e do macro. poeira cósmica, montes de partículas somos algo a ser definido!
O prazer estético, tem um forte caráter comunicativo e engloba aspectos sentimentais e racionais. A comunicação é, nessa esfera, um elemento importante na experiência do mundo como condição da compreensão do sentido.
Segundo Jauss “A experiência primária de uma obra de arte realiza-se na sintonia com seu efeito estético, i.e., na compreensão fruidora e na fruição compreensiva“.
A experiência estética pelo viés da receptividade se distingue da produtividade como “aceitação em liberdade“.
Hans Robert Jauss
A Literatura e o leitor. Textos de estética da recepção.
trad. Luiz Costa Lima.
The Story of Stuff
Excelente forma de explicar o consumismo e o capitalismo versus os recursos do planeta.
Ainda da tempo de mudar hábitos ruins e pensar, a longo prazo, no que é melhor para a sociedade e o seu habitat!!!!!
A história das coisas. Veja a versão em português no
site: http://www.storyofstuff.com/international/
ron mueck
para giovas, um hiperrealista e sua forma de arte.








MARX
Reificação: segundo Abbbagnano, termo empregado por escritores marxistas, ressaltado por Marx, para designar o fenômeno, na economia capitalista, o trabalho humano torna-se simplesmente atribuição de coisa: “O mistério da forma da mercadoria consiste simplesmente no fato de que essa forma devolve aos homens, como espelho, as características sociais de seu próprio trabalho, transformadas em características objetivas dos produtos desse trabalho, em propriedades sociais naturais das coisas produzidas; portanto espelha também a relação social entre produtores e trabalho global, como relação social de coisas que têm existência fora dos próprios produtos. Por meio desse quid pro quo os produtos do trabalho tornam-se mercadorias, coisas sensivelmente supra-sensíveis, isto é, sociais” (Das Kapital, I, I, parag 4)
a relação das coisas
séculos pra escrever este post,
isso porque a reflexão foi penetrando níveis tão profundos…
e a medida que atravessava as camadas ficava + dificil escrever sobre a relação das coisas.
o mundo está tão ligado visceralmente (energeticamente) que muita coisa parece automática.
o sistema “capetalista” (viva profeta gentileza!!!) está tão arraigado que não pensamos nas coisas e suas relações, por exemplo: a “oca-cola” q bebemos com canudinho, na sua história pré vai até o petróleo e toda sua indústria opressora, já na sua história pós emprega carroceiros e nos faz (será mesmo?!) pensar no lixo, lixões, e no futuro da terra…
por outro lado existe o “prazer” de deleitar-se com o frizzy drink, não agrega nada de saudável ao corpo e nem ao menos sabemos qual é o seu composto…
a relação da bebida com a vida das pessoas passa por várias esferas, entre elas: a do prazer, a da consciência com o planeta, a social e até mesmo a da saúde.
tomei como exemplo objeto corriqueiro para não ficar muito abstrato, mas é possível exercitar a reflexão sobre todas as coisas!
na verdade o item principal da relação das coisas é até que ponto exercitamos o pensar, será que excercitamos mesmo?