O poema de João Cabral de Melo Neto, musicado por Chico Buarque, interpretado por Tânia Alves, no filme Morte e Vida Severina, de 1977, escrito e dirigido por Zelito Viana.
Obra do cineasta Humberto Mauro, a velha a fiar (1964) ilustra a cançao popular de mesmo nome, executada pelo Trio Irakitã. O filme é considerado o primeiro videoclipe brasileiro, e um dos primeiros do mundo.
Cansado de reclamar com as autoridades competentes, ele decide sair pela cidade quebrando os carros com alarmes disparados, o que evidentemente lhe causa problemas com a justiça. Por conta dessa sua fixação, é preso diversas vezes, perde o emprego e também sua esposa. Mas num episódio em que destrói o alarme de uma loja, Owen sente a simpatia dos vizinhos e se anima a criar “O Retificador”, personagem do qual vai se utilizar para quebrar os autos com alarmes disparados. Logo sua cabeça é colocada a prêmio pelo prefeito da cidade.
O filme é uma crítica mordaz às situações nas quais uma linha tênue separa os direitos de cada cidadão. Até que ponto o direito de alguém a ter um alarme no seu carro pode interferir no de outra pessoa ao sono, interrompido pelas sirenes indevidas? Até que momento o direito de um cidadão a falar alto ao celular dentro de um restaurante pode interferir no de um outro a ter uma refeição sossegada?