Arquivo para a categoria 'arte russa'
Kasimir Malévitch
Lyubov Popova

“Representation of reality — without artistic deformation and transformation — cannot be the subject of painting.”





Andrey Gordeev
imagens artistas russos
Aleksandr Rodchenko

Kandinsky
Naum Gabo
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Malevich

Tatlin
Pevsner e Gabo

Gabo

Pevsner
fundamenta a pesquisa estética num método científico q exclui qualquer finalidade política direta. p eles entre ciência e arte existem em continuidade.
o artista é um intelectual q realiza uma pesq cientifica no campo do conhecimento estético: os objetos não tem valor em si, mas enqto instrumentos e demonstrações de pesq.
a morfologia plástica deles é geométrica, uma geometria fenomenizada pela qual as figuras ñ são símbolos de conceito, mas formas concretas cuja estrutura e comportamento podem ser estudados.
p eles a função do artista deve ser essencialmente espiritual, educativa.
Gabo:tem a intenção de revelar o espaço interior em suas esculturas e não criar formas exteriores estilizadas como no cubismo. Sentia aversão as esculturas renascentistas italianas, pois nelas o espaço interios enterrava-se na massa.
foi quem suprimiu a estrutura intelectual da arte construtiva, é sua escultura q dá importante constribuição tanto p a arte qto p a história.
kandinsky: Transverse Line

“sua natureza poética configura uma arte repleta de espirituosidade e simbolismo, que foi profecia ou protótipo do expressionismo abstrato.
a esfera da arte se distingue nitidamente da esfera da natureza e a determinação das formas artísticas depende exclusivamente dos impulsos interiores do objeto.
opera no nivel do estruturalismo linguistico: a categoria do “significante” é incomensuravelmente + ampla e + aderente à realidade da existência do que a categoria do “racional”. ve-se a comunicação estética como uma comunicação intersubjetiva de homem para homem, sem a intermediação do objeto ou natureza.
o espiritual é o não-racional, é a totalidade da existência, na qual a realidade psiquica ñ se diferencia da realidade física.
p ele a arte não condena nem exclui o comportamento do homem integrado no sistema industrial, como algo espúrio e humilhante, resgata-o no limite da sua instrumentalidade, indicando em q tipo de experiência global da realidade é possível p ele, dissolver-se.
Malevich: Suprematismo
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“o quadrado suprematista pode ser comparado aos símbolos dos homens primitivos. sua intenção não é a de produzir ornamentos mas a de expressar sensações de ritmo.”
o suprematista não observa e não toca, ele sente. sensação de não-objetividade.
seu trabalho é uma pesquisa metódia sobre a estrutura funcional da imagem. procura a raiz semântica, o significado primário dos símbolos e signos.
Suprematismo: opera no nível da identidade entre idéia e percepção, isso quer dizer, a fenomenização do espaço num símbolo geométrico, abstração absoluta. ele nega tanto a utilidade social quanto a esteticidade da arte, aliás se a esteticidade educa ou agrada então ela entra nas categorias do necessário e do útil.
arte é o meio pelo qual ocorre a redução do objeto a não-objetividade, e tb o meio p a redução do sujeito a não-subjetividade.
o quadro é o meio p comunicar a identidade entre sujeito e objeto.
ele visa um mundo destituido de objetos, noções, passado e futuro, uma transformação radical em q o objeto e o suj são igualmente reduzidos ao “grau zero”.
p malevich a concepção de um mundo “sem-objetos” é uma concepção proletária pq implica a não-propriedade das coisas e noções.
o quadro não é um obj, e sim um instru/o mental, uma estrutura, um signo, q define a existência como equação absoluta entre mundo exterior e interior.






















