Arquivo para a categoria 'arte russa'

12
Set
09

Kasimir Malévitch

Kazimierz Malewicz, was Poles artist,  born in 23 February 1879 in Kiev Governorate of Russian Empire.
He died in 15 May 1935, in Leningrad, Soviet Union.

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Mar
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Lyubov Popova

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“Representation of reality — without artistic deformation and transformation — cannot be the subject of painting.”

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Out
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Andrey Gordeev

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Andrey Gordeev – Around the world for twelve months

Fonte: http://www.behance.net/Gordei

30
Jun
08

imagens artistas russos


Aleksandr Rodchenko


Kandinsky


Naum Gabo


Malevich


Tatlin

29
Jun
08

Pevsner e Gabo


Gabo


Pevsner

28
Jun
08

Pevsner e Gabo: a arte russa do começo do séc XX

fundamenta a pesquisa estética num método científico q exclui qualquer finalidade política direta. p eles entre ciência e arte existem em continuidade.

o artista é um intelectual q realiza uma pesq cientifica no campo do conhecimento estético: os objetos não tem valor em si, mas enqto instrumentos e demonstrações de pesq.

a morfologia plástica deles é geométrica, uma geometria fenomenizada pela qual as figuras ñ são símbolos de conceito, mas formas concretas cuja estrutura e comportamento podem ser estudados.

p eles a função do artista deve ser essencialmente espiritual, educativa.

Gabo:tem a intenção de revelar o espaço interior em suas esculturas e não criar formas exteriores estilizadas como no cubismo. Sentia aversão as esculturas renascentistas italianas, pois nelas o espaço interios enterrava-se na massa.

foi quem suprimiu a estrutura intelectual da arte construtiva, é sua escultura q dá importante constribuição tanto p a arte qto p a história.

27
Jun
08

kandinsky: Transverse Line

26
Jun
08

Kandinsky: a arte russa do começo do séc XX

“sua natureza poética configura uma arte repleta de espirituosidade e simbolismo, que foi profecia ou protótipo do expressionismo abstrato.

a esfera da arte se distingue nitidamente da esfera da natureza e a determinação das formas artísticas depende exclusivamente dos impulsos interiores do objeto.

opera no nivel do estruturalismo linguistico: a categoria do “significante” é incomensuravelmente + ampla e + aderente à realidade da existência do que a categoria do “racional”. ve-se a comunicação estética como uma comunicação intersubjetiva de homem para homem, sem a intermediação do objeto ou natureza.

o espiritual é o não-racional, é a totalidade da existência, na qual a realidade psiquica ñ se diferencia da realidade física.

p ele a arte não condena nem exclui o comportamento do homem integrado no sistema industrial, como algo espúrio e humilhante, resgata-o no limite da sua instrumentalidade, indicando em q tipo de experiência global da realidade é possível p ele, dissolver-se.

25
Jun
08

Malevich: Suprematismo

24
Jun
08

Malevich: a arte russa do começo do séc XX

“o quadrado suprematista pode ser comparado aos símbolos dos homens primitivos. sua intenção não é a de produzir ornamentos mas a de expressar sensações de ritmo.”

o suprematista não observa e não toca, ele sente. sensação de não-objetividade.

seu trabalho é uma pesquisa metódia sobre a estrutura funcional da imagem. procura a raiz semântica, o significado primário dos símbolos e signos.

Suprematismo: opera no nível da identidade entre idéia e percepção, isso quer dizer, a fenomenização do espaço num símbolo geométrico, abstração absoluta. ele nega tanto a utilidade social quanto a esteticidade da arte, aliás se a esteticidade educa ou agrada então ela entra nas categorias do necessário e do útil.

arte é o meio pelo qual ocorre a redução do objeto a não-objetividade, e tb o meio p a redução do sujeito a não-subjetividade.

o quadro é o meio p comunicar a identidade entre sujeito e objeto.

ele visa um mundo destituido de objetos, noções, passado e futuro, uma transformação radical em q o objeto e o suj são igualmente reduzidos ao “grau zero”.

p malevich a concepção de um mundo “sem-objetos” é uma concepção proletária pq implica a não-propriedade das coisas e noções.

o quadro não é um obj, e sim um instru/o mental, uma estrutura, um signo, q define a existência como equação absoluta entre mundo exterior e interior.